Tempos de espera nas urgências voltaram a crescer e ultrapassaram as 11 horas

Tempos de espera nas urgências voltaram a crescer e ultrapassaram as 11 horas

Os tempos médios de espera para primeira observação ultrapassaram esta quinta-feira as 11 horas na urgência do Barreiro, na Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho, segundo o portal do Serviço Nacional de Saúde.

RTP / Adicionar como fonte informativa
Nuno Patrício - RTP

Segundo os dados disponíveis no portal, pelas 8h45, nas urgências do Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro), os doentes estavam em média mais de 11 horas para primeira observação.

Destes, os considerados urgentes (pulseira amarela) tinham de aguardar quase seis horas.

Já no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, o tempo médio de espera para primeira observação ultrapassava as sete horas ao início da manhã. Os 17 doentes com pulseira amarela tinham de aguardar sete horas e dezanove minutos.

Em Loures, no Hospital Beatriz Ângelo, o tempo médio de espera nas urgências para doentes urgentes rondava as duas horas e meia.

Jornal da Tarde | 13 de agosto de 2026

O Hospital Amadora-Sintra continua sem dados disponíveis sobre os tempos de espera nas urgências, uma situação que se mantém há algum tempo e que é justificada no portal do SNS com uma intervenção nos sistemas de informação.

Em Almada, no Hospital Garcia de Orta, a espera média para os doentes urgentes também ultrapassava as sete horas.

No sul do país, os tempos de espera nas urgências também são elevados, com os doentes em Portimão a aguardarem, em média, mais de quatro horas nas urgências. Os doentes urgentes esperavam quase três, acima dos 60 minutos recomendados.

Segundo o sistema de triagem, as situações muito urgentes (pulseira laranja) têm um atendimento recomendado nos 10 minutos seguintes à triagem, enquanto os casos urgentes (amarela) não deveriam aguardar mais de 60 minutos. Já nos pouco urgentes (pulseira verde) o tempo recomendado é de 120 minutos.

c/ Lusa

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